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Studio de Dança
Airton Araújo

Dança de Salão
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Sem levar tábua

  Enviado em Wed 11 Jul 2007 (674 leituras)


Reportagem editada da Vejinha São Paulo



A salsa é uma das paixões da analista de sistemas Luciene Monteiro. Há três meses, ela se inscreveu em um curso de dança de salão para aprender o ritmo. Em uma de suas primeiras aventuras na noite, sem par, não desgrudou da cadeira. Traumatizada e decidida a dar rodopios pelo salão, recorreu aos serviços do personal dancer Rodolfo Calfa. "É a única garantia de ter alguém para dançar o tempo todo", diz ela, que o contrata semanalmente. Eles costumam freqüentar o Rey Castro, na Vila Olímpia, e o Central Moema, especializado em sons caribenhos. O serviço é uma opção para quem já dança e quer apenas companhia ou para quem é desajeitado no assunto, mas tem vontade de aprender. É o caso do gerente de banco Gerson Locatelli, de 38 anos. Após várias noitadas com a dançarina Kleire Tavara, ganhou desenvoltura. "Além disso, como ela é bonita, acabamos chamando atenção", afirma. "Isso impressiona as outras mulheres e me ajuda na hora da paquera." Às vezes é difícil fazer a clientela entender até onde vai a diversão. Kleire teve de literalmente rebolar para se livrar de parceiros mais ousados. "É óbvio que algumas pessoas confundem, chamam para jantar, sair...", conta. "Mas, quando isso acontece, não penso duas vezes: boto o engraçadinho para girar na pista até ele ficar sem fôlego!"  



Trecho da reportagem publicada na” Revista Feminina”  do jornal  O Estado de São Paulo



Há quem procure ajuda de um profissional para descansar ou se divertir. Nem sempre a mulher que contrata o personal dancer está encalhada. Muitas vezes é uma moça bonita, como Tatiana Saito, que aparece na foto com ele. O importante é que ele esteja disponível para dançar com ela e não pise em seus pezinhos. “O personal dancer é contratado para dançar, não para ensinar”, explica Nakasone. Mas uma atividade que exige tanto contato pessoal pode acabar do jeito errado. Às vezes, alguma cliente passa alguma cantada do tipo “você mexe comigo”. Nakasone se sai com um gingado digno de seu trabalho. “Realmente eu adoro dançar.”



 


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